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Pesquisa
Transformar evidências científicas em conhecimento útil para pessoas e instituições.
Ler os artigosInstituto Brasileiro de Práticas Restaurativas
Problemas, conflitos e danos são inevitáveis em qualquer sociedade. A forma como respondemos a eles é uma escolha.
Construindo caminhos para que o ideal restaurativo se traduza em prática
Nosso propósito
No IBPR, esses três caminhos andam juntos.
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Transformar evidências científicas em conhecimento útil para pessoas e instituições.
Ler os artigos02
Capacitar gestores, profissionais e equipes para desenvolver respostas mais qualificadas.
Conhecer as formações03
Explorar novas possibilidades de levar o olhar restaurativo a situações concretas.
Ver como atuamosEntre compreender o ideal restaurativo e colocá-lo em prática há um caminho. Desenvolver as habilidades necessárias para percorrê-lo é parte do que fazemos.
Formações
As formações do IBPR combinam pesquisa científica, experiência prática e aprendizagem aplicada, para desenvolver competências que se incorporam de imediato ao exercício profissional.
Formação 014 módulos12 tópicos
Para policiais penais, gestores e magistrados
Prepara equipes para planejar, implementar e acompanhar programas restaurativos em unidades prisionais, do caso individual ao desenvolvimento institucional.

Formação 024 módulos13 tópicos
Para gestores e comitês de políticas penais
Transforma as diretrizes do Plano Pena Justa em programas concretos: o participante sai do curso com um plano de implementação aplicável à própria instituição.

Formação 034 módulos10 tópicos
Para diretores, professores e equipes
Leva práticas restaurativas para o cotidiano da escola: prevenção de bullying, gestão de conflitos e fortalecimento da cultura de convivência.

Formação 044 módulos12 tópicos
Para lideranças, gestores e equipes de RH
Prepara lideranças e equipes para prevenir conflitos, conduzir conversas difíceis e reconstruir relações desgastadas no dia a dia da organização.

Como Atuamos
Partimos do que aconteceu e de como as pessoas são afetadas, para reduzir danos, reparar o possível e seguir em frente.
Conhecer como atuamosConstruir vínculos mais saudáveis entre pessoas, equipes e instituições, para além dos papéis que cada um ocupa.
Ver na página Como AtuamosOlhar para as situações pelo modo como afetam as pessoas, revelando danos, perspectivas e necessidades.
Ver na página Como AtuamosReconhecer quem pode contribuir para reparar os danos e o que precisa mudar nas relações.
Ver na página Como AtuamosIncorporar ao cotidiano o que foi construído no processo, para que a mudança se sustente.
Ver na página Como AtuamosConheça o Instituto
Em menos de dois minutos, o Dr. Decildo Lopes, coordenador acadêmico do IBPR, conta como aprendeu a ouvir a vítima e por que a Justiça Restaurativa é o espaço em que ela ganha voz.
Administradora de Empresas e Advogada, com especialização em Docência Superior, Fernanda é responsável pela gestão institucional e operacional do IBPR.
Conhecer a trajetória
Professor e pesquisador, Decildo é responsável pelo desenvolvimento dos conteúdos, cursos e programas de formação do IBPR, bem como por suas atividades de pesquisa e produção de conhecimento.
Conhecer a trajetória
01/03Educação
IBPR em Movimento
Um espaço para acompanhar o que o Instituto e os profissionais da sua rede realizam, dentro e fora do IBPR.
Adicionada recentementeEste artigo apresenta a trajetória de um casal encaminhado a um programa de Justiça Restaurativa em razão de um episódio de violência doméstica. O texto articula a narrativa da experiência vivenciada pelas facilitadoras a uma leitura teórica dos processos observados ao longo da intervenção. O percurso começou com a participação do homem em círculos de diálogo, nos quais passou a compreender de outra maneira o dano causado, suas consequências e sua própria responsabilidade. Posteriormente, a mulher participou de encontros individuais, nos quais emergiram necessidades relacionadas à autonomia, à segurança e à independência financeira, culminando na decisão de encerrar a relação. A experiência permite discutir processos interacionais produzidos pelas práticas restaurativas, o protagonismo da vítima e os limites de intervenções construídas exclusivamente a partir da perspectiva do ofensor. Também questiona a ideia de que práticas restaurativas devam necessariamente resultar em reconciliação, recomposição de vínculos, encontros entre vítimas e ofensores ou acordos formais. Por fim, o caso conduz à reflexão sobre os desafios da inserção da Justiça Restaurativa no sistema formal de justiça e sobre a capacidade institucional de reconhecer e valorar resultados construídos segundo uma lógica distinta daquela que tradicionalmente orienta o sistema de justiça criminal.
Ler artigo
Visita à Embaixada do Brasil em Camberra explora como práticas restaurativas podem apoiar brasileiros, responder a impactos na comunidade e contribuir em processos de repatriação.
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Visita ao ACT Intermediary Program, na Austrália, revela caminhos para ampliar a participação no processo judicial e evitar que seus procedimentos produzam novos danos
Ler notíciaFormações para compreender, aplicar e incorporar práticas restaurativas em diferentes contextos.