Instituto Brasileiro de Práticas Restaurativas

Ciência, prática e inovação em Justiça Restaurativa.

Problemas, conflitos e danos são inevitáveis em qualquer sociedade. A forma como respondemos a eles é uma escolha.

Construindo caminhos para que o ideal restaurativo se traduza em prática

Nosso propósito

Pesquisa, formação e inovação, juntas.

No IBPR, esses três caminhos andam juntos.

01

Pesquisa

Transformar evidências científicas em conhecimento útil para pessoas e instituições.

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02

Formação

Capacitar gestores, profissionais e equipes para desenvolver respostas mais qualificadas.

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03

Inovação

Explorar novas possibilidades de levar o olhar restaurativo a situações concretas.

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Nosso caminho
Entre compreender o ideal restaurativo e colocá-lo em prática há um caminho. Desenvolver as habilidades necessárias para percorrê-lo é parte do que fazemos.

Formações

Conhecimento que transforma a prática.

As formações do IBPR combinam pesquisa científica, experiência prática e aprendizagem aplicada, para desenvolver competências que se incorporam de imediato ao exercício profissional.

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Como Atuamos

O olhar restaurativo aplicado a situações concretas.

Partimos do que aconteceu e de como as pessoas são afetadas, para reduzir danos, reparar o possível e seguir em frente.

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Fortalecendo relações

Construir vínculos mais saudáveis entre pessoas, equipes e instituições, para além dos papéis que cada um ocupa.

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Etapa 01Fortalecendo relações
  • Conhecer as pessoas além dos papéis que ocupam
  • Espaço seguro para o que costuma ficar em silêncio
  • Ampliar pontos de conexão

Compreendendo necessidades

Olhar para as situações pelo modo como afetam as pessoas, revelando danos, perspectivas e necessidades.

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Etapa 02Compreendendo necessidades
  • Compreender diferentes perspectivas
  • Reconhecer impactos
  • Identificar necessidades

Mobilizando para a ação

Reconhecer quem pode contribuir para reparar os danos e o que precisa mudar nas relações.

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Etapa 03Mobilizando para a ação
  • Quem deve agir
  • Reparar o que for possível
  • Rever formas de relação

Incorporando novas práticas

Incorporar ao cotidiano o que foi construído no processo, para que a mudança se sustente.

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Etapa 04Incorporando novas práticas
  • Levar para o cotidiano
  • Evitar o retorno aos mesmos padrões
  • Sustentar novas práticas

As pessoas por trás do propósito

Diretora-Geral

Fernanda Mariela Lopes

Administradora de Empresas e Advogada, com especialização em Docência Superior, Fernanda é responsável pela gestão institucional e operacional do IBPR.

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Fernanda Mariela Lopes
Coordenador Acadêmico

Decildo Lopes

Professor e pesquisador, Decildo é responsável pelo desenvolvimento dos conteúdos, cursos e programas de formação do IBPR, bem como por suas atividades de pesquisa e produção de conhecimento.

Conhecer a trajetória
Decildo Lopes

IBPR em Movimento

Acompanhe a atuação do IBPR e da sua rede.

Um espaço para acompanhar o que o Instituto e os profissionais da sua rede realizam, dentro e fora do IBPR.

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Adicionada recentemente

Artigo02 out 2026

Quando restaurar é também saber terminar: O fim da relação como resultado restaurativo legítimo

Este artigo apresenta a trajetória de um casal encaminhado a um programa de Justiça Restaurativa em razão de um episódio de violência doméstica. O texto articula a narrativa da experiência vivenciada pelas facilitadoras a uma leitura teórica dos processos observados ao longo da intervenção. O percurso começou com a participação do homem em círculos de diálogo, nos quais passou a compreender de outra maneira o dano causado, suas consequências e sua própria responsabilidade. Posteriormente, a mulher participou de encontros individuais, nos quais emergiram necessidades relacionadas à autonomia, à segurança e à independência financeira, culminando na decisão de encerrar a relação. A experiência permite discutir processos interacionais produzidos pelas práticas restaurativas, o protagonismo da vítima e os limites de intervenções construídas exclusivamente a partir da perspectiva do ofensor. Também questiona a ideia de que práticas restaurativas devam necessariamente resultar em reconciliação, recomposição de vínculos, encontros entre vítimas e ofensores ou acordos formais. Por fim, o caso conduz à reflexão sobre os desafios da inserção da Justiça Restaurativa no sistema formal de justiça e sobre a capacidade institucional de reconhecer e valorar resultados construídos segundo uma lógica distinta daquela que tradicionalmente orienta o sistema de justiça criminal.

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Formações IBPR

Transforme conhecimento restaurativo em prática.

Formações para compreender, aplicar e incorporar práticas restaurativas em diferentes contextos.